15 dezembro 2016

DEZEMBRO LARANJA, LUTA CONTRA O CÂNCER DA PELE

Imagem divulgação

Depois do outubro rosa, novembro azul, agora temos o dezembro laranja. Uma iniciativa que faz parte do Programa Nacional de Combate ao Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia(SBD), que convida a todos a fazerem parte do mundo laranja.

A conscientização é designada tanto à mulheres como homens, já que este tipo de câncer atinge ambos os sexos,  um problema que pode ser evitado com atitudes simples tais como usar filtro, chapéu, boné e evitar excesso de exposição ao sol excepcionalmente em horário de pico (10h-16h).

A campanha também respalda problemas menos graves causados pelo sol conhecidos como fotodanos, estes se não tratados podem evoluir para o câncer da pele. Em caso de aparecimento de feridas que não cicatrizam, manchas escuras, nódulos na pele, ou alterações em pintas (aumento, modificação da cor, coceira ou sangramento),sardas, rugas, melasma, queimaduras... Pode ser indícios de algo mais sério, deve-se procurar ajuda médica. O site Mundo laranja  voltado a divulgação da campanha trás algumas informações acerca do assunto, destaquei algumas abaixo:

A exposição solar da pele pode trazer diversos malefícios: sinais, ressecamento, surgimento precoce de rugas e outras doenças. Devemos utilizar protetor solar diariamente e reaplicá-lo ao longo do dia. Faça parte você também do Mundo Laranja!
 
As siglas UVA e UVB que aparecem no protetor solar dizem respeito às radiações emitidas pelo sol. A UVA (ultravioleta A) é a radiação que causa sinais, envelhecimento e câncer de pele. A UVB (ultravioleta B) é responsável pela vermelhidão, queimaduras e câncer de pele. O FPS (Fator de Proteção Solar) mede a capacidade de proteção de um produto contra a radiação UVB
 
Faz diferença usar um protetor FPS 30 ou FPS 50? Na prática, o FPS representa o tempo de exposição adicional à radiação ultravioleta que o usuário teria para produzir eritema (vermelhidão) na pele, comparado ao tempo necessário para atingir a mesma reação sem o uso do produto. Ao aplicar um protetor FPS 30, o usuário poderia se expor 30 vezes mais tempo para produzir eritema. Diferentes estudos mostraram que os usuários aplicam, na prática, 30 a 50% da quantidade recomendada do produto. Diante desse fato, o uso de protetores solares com FPS mais elevados pode ser benéfico em situações com exposição excessiva ao sol ou em indivíduos sensíveis.