02 setembro 2016

PRAZER ME CHAMO ALICE! SOMOS TODAS ALICES.



Bela Adormecida, Branca de Neve, Rapunzel, Cinderela... tantos clássicos da literatura que crescemos lendo e ouvindo. Através de belas donzelas e príncipes montados em seus cavalos brancos somos conduzidas a romantizar a vida. 

Os contos de fadas, estão presentes em diferentes estágios de nossas vidas, nos fazendo ir a universos encantados onde todos são lindos, belas florestas, lindos bosques onde vivem alegremente a cantar. Nos encantamos e fantasiamos um mundo perfeito, onde o segredo para o felizes para sempre – é o amor.


 Vamos crescendo e nos damos conta que esse mundo não inexiste, que o amor machuca e o para sempre não existe.


Em vez e outra somos vitimadas por nosso inconsciente e acabamos por fantasiar a vida tal qual os contos que ouvimos na infância, nesses momento comparamo-nos a personagem dos contos infantis – ALICE.

Alice é a personagem principal da obra intitulada, Alice no pais das maravilhas, que conta a história de uma menina que cai na toca de coelho sendo conduzida para um lugar fantástico, onde vive aventuras sem lógica, e no final se dar conta que era apenas um sonho. “Ficou ali sentada, os olhos fechados, e quase acreditou estar no pais das maravilhas, embora soubesse que bastaria abri-los e tudo se transformaria em insípida realidade.” ( Alice no pais das maravilhas) 

Cada vez que mergulhamos em um universo que distorce a realidade que nos trás expectativas, mesmo tendo consciência da insipidez da vida, somos Alices. Sempre criaremos expectativas quanto ao amor; que casais que julgamos perfeitos não se separam, que vai haver romantismos, que vamos ser correspondidas, que vamos casar com um longo vestido de princesa... Enfim  em algum momento da vida vamos  fantasiar.

Se você tem consciência que já criou ou cria expectativas fantasiou a vida, você é uma Alice. E eu, me apresento: Prazer me chamo Alice!