22 setembro 2016

CÂNCER DE MAMA. CUIDE-SE, PREVINA!



As mamas possuem grande significância para uma mulher, por está relacionada a sua sexualidade, e de certo modo a torna feminina, qualquer doença real ou suspeita pode incluir medo insegurança e em alguns casos depressão. Alguns dos principais receios incluem perda da atratividade sexual, abandono pelo parceiro, desfiguração e morte. Devido a esses temores adjacentes muitas acabam inibidas à procurar por um profissional de saúde. Em meio a todos os percalços se faz necessário ter consciência das consequências de uma intervenção tardia.

Mesmo existindo tratamento, a possibilidade de cura não é certa. O sucesso do tratamento vai depender do tipo de tumor e o momento do diagnóstico.



Autoexame da mama


Nem todo nódulo mamário representa câncer, porém a qualquer surgimento deve-se procurar um médico, o autoexame é um importante meio de descoberta dessas alterações.

Fonte:http://vivomaissaudavel.com.br/static/media/uploads/autoexame-da-mama-3.jpg

O autoexame deve ser realizado uma vez a cada mês, na semana seguinte ao término da menstruação. As mulheres que não menstruam devem determinar um dia específico para repetir o autoexame todo o mês. Vale lembrar que este não é um método diagnóstico, um exame clinico se faz necessário.



Mamografia


O exame clinico da mama é recomendado pelo menos a cada 3 anos para mulheres entre 20 e 30 anos de idade, depois  disso anualmente, o mais comum é a mamografia


 A Mamografia é um exame de imagem que pode detectar lesões impalpáveis( tumor de mama antes que ele seja clinicamente palpável)  e auxiliar no diagnóstico de massas palpáveis 

Além da mamografia existe outras formas de avaliação diagnóstica menos conhecidas, como a galactografia, Ultra-sonografia, ressonância magnética, todas são indicadas de acordo com a orientação médica.


Quais os estágios do câncer de mama?

Os estádios do câncer de mama são formas que os médicos dão de dar notas para o momento da doença do paciente no caso do câncer de mama são divididos em 5 tipos:

Estadio 0: quando a doença esta restrita ao local onde começou (carcinomas in situ)

Estadio 1: a doença invadiu a região local, mas possui no máximo 2cm de tamanho (carcinomas invasivos = tem chance de mandar células para outras partes do corpo)

Estádio 2: a doença invadiu a região local, mas possui entre 2 e 5cm de tamanho e ínguas pouco comprometidas na axila (carcinomas invasivos)

Estádio 3: a doença invadiu a região local, mas possui tamanho maior que 5cm ou ínguas muito comprometidas na axila (carcinomas invasivos)

Estádio 4: quando a doença invadiu outras partes do corpo como: ossos, pulmões, fígado, etc.


Fonte:https://www.hcancerbarretos.com.br/pesquisas/92-paciente/tipos-de-cancer/cancer-de-mama/164-tratamento-do-cancer-de-mama

Tratamento do câncer de mama



O tratamento para o câncer de mama resume-se em clinico e cirúrgicos que em casos extremos é feito a mastectomia, remoção total da mama.

Nesses casos as mulheres podem, se preferir, fazer a cirurgia de reconstrução, na qual fornece consideráveis benefícios psicológico.   

Leis de garantia de direito/ Cirurgia de reconstrução



O câncer é um fantasma que assusta toda mulher, em muitos casos a cura envolve mutilação pensando nisso no dia de 6 de maio de 1999, o então presidente Fernando Herinque Cardoso, sanciona a lei Nº 9.797 que dispõe sobre a obrigatoriedade da cirurgia plastica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS) nos casos de mutilação decorrentes de tratamento de câncer. 


No entanto a lei não especificava o prazo em que a cirurgia deveria ser feita. Pensando nisso o congresso nacional aprovou e a presidente Dilma Roussef sancionou a Lei 12.802/2013, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a fazer a cirurgia plástica reparadora da mama logo em seguida à retirada do câncer, quando houver condições médicas. 




Referências:




BRUNNER & SUDDARTH. tratamento de enfermagem médico-cirúrgico.editora-guanabara. ed:9º- RJ




Mesa da Câmara dos deputados 55ª - Legislação da mulher – 7ª edição –Legislatura / 2015 - 2019